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Ações de conscientização buscam engajar população para evitar risco elétrico

Energisa disponibiliza material com orientações para evitar acidente em situações de trabalho, lazer e até dentro de casa.

Vandalismo, pipas e manipulação indevida da rede estão entre os fatores de maior risco com a rede elétrica e que podem ser evitados. Provocam falta de energia, trazem risco para os envolvidos e até para terceiros, que muitas vezes não tem relação nenhuma com o ocorrido. Pensando nisso, a Energisa vem realizando uma série de ações de conscientização para promover a segurança com a rede elétrica e produziu um material para envolver a população nesse desafio.

Apenas no mês de julho, engenheiros e técnicos de segurança da empresa realizaram quatro reuniões com públicos que estão atuam mais próximos da rede, como profissionais da construção civil e produtores rurais. Cerca de 160 pessoas participaram desses encontros. A empresa também desenvolveu uma série de conteúdos para rádio sobre segurança em obras, no trânsito e até para as crianças que soltam pipas. Folhetos orientativos também serão entregues junto com as faturas de energia.
“Queremos mostrar para a população que mexer na rede elétrica exige treinamento e não é para qualquer um. Em alguns casos, como nas tentativas de fraudar o consumo, é até crime. Nossos eletricistas passam por mais de 230 horas de treinamento antes de entrar em contato com a rede elétrica”, afirma o coordenador de segurança do trabalho da Energisa, Lenildson Silva.

O material orientativo desenvolvido pela Energisa mostra a importância do compromisso da população com a segurança e traz dicas e orientações para atuação durante obras, em momentos de lazer e até dentro de casa. A ideia é que a população se habitue a consultar os canais de atendimento da empresa para buscar orientações e até apoio da empresa.
“Nos últimos dois anos, a Energisa fez muitos investimentos em equipamentos que auxiliam na segurança. Um poste atingido em um acidente de trânsito, por exemplo, pode ser desenergizado à distância para não oferecer risco para a população, mas precisamos ser avisados rapidamente”, afirma o coordenador.

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ASSESSORIA

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