Colorado

De Colorado para a Argentina: acadêmica do IFRO fala sobre experiência de intercâmbio

Apreender novas metodologias, ter contato com diversos profissionais de áreas distintas que possam compartilhar conhecimento científico, como também cultural, além de aprender um idioma diferente e construir novas amizades. Esses são alguns dos objetivos visados pela acadêmica Bárbara Laura Tavares, que cursa Engenharia Agronômica, no Instituto Federal de Rondônia (IFRO), Campus Colorado do Oeste, e que, até dezembro de 2019, participa de um intercâmbio em La Plata, na Argentina, através do Programa de Internacionalização da Pesquisa, Ensino e Extensão (PIPEEX).

Bárbara pesquisa “Climatología y meteorología / Efeito da dinâmica de uso do solo nas condições climáticas regionais no estado de Rondônia” na Universidad Nacional de La Plata. “Quando fiz minha inscrição no programa de internacionalização já imaginava que teriam muitos desafios, como também oportunidades. E sair de casa (Brasil) para pisar em solo desconhecido, sempre há um frio na barriga. Isso leva a vários questionamentos, como por exemplo: ‘Será que estou indo para um país acolhedor’, ou expressões como: ‘Meu Deus! Nunca fui para tão longe dos meus pais!’ É uma série de emoções inexplicáveis. Mas lembro que é uma oportunidade única, e que vale a pena ariscar e superar qualquer insegurança e medo de viajar sozinha sem ter alguém do lado para apoiar”,  descreve a acadêmica.

A acadêmica saiu do Brasil no dia 13 de setembro e chegou no dia 15 ao Aeroporto Internacional Ministro Pistarini (EZEIZA) em Buenos Aires. “Do EZEIZA alugamos um táxi e fomos direto para o Hostel Belarmino, o local onde vou ficar junto com a Andressa, a outra aluna do Campus Colorado do Oeste que também está participando da mobilidade e viajou junto a mim para La Plata”, relembra.

No hostel, Bárbara conheceu intercambistas do Japão, Alemanha, França, Colômbia, Venezuela, e também alunos de mestrado e doutorado do norte da Argentina. “É um local onde fomos muito bem recebidas pelo anfitrião. Gosto muito daqui por causa do choque cultural que estamos vivenciando, ao que podemos compartilhar nossa cultura e aprender aspectos culturais da Argentina, como também, de outros países e continentes”, detalha.

Já no dia 16 de setembro a acadêmica começou suas atividades na Universidad Nacional de La Plata (La Plata – Argentina), Facultad de Ciencias Agrarias y ForestalesCentro de Estudios Integrales de la Dinámica Exógena (CEIDE). Para chegar até o local de pesquisa, Bárbara percorre em torno de 5 km para ir e voltar ao hostel. “Fui muito acolhida pela minha orientadora Dra. Fernanda Julia Gaspari e os professores e estudantes que estão desenvolvendo trabalhos de pesquisa e teses de doutorado e mestrado”, ressalta acrescentando: “Espero aprender muito com a experiência de todos e concluir minha pesquisa com êxito, além de conhecer a história da construção e desenvolvimento da cidade La Plata, como também sentir saudade dessa experiência maravilhosa que estou tendo aqui na Argentina”.

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