Crime Ambiental

Rondônia registra três vezes mais focos de queimadas nas duas primeiras semanas de julho

Números são em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os dias 1 e 14 de julho de 2021 o estado teve mais de 240 focos de fogo.

Dos 52 municípios de Rondônia, Porto Velho é o que mais registrou queimadas, sendo responsável por cerca de 36,9% de todos os focos captados pelo satélite no período. Candeias do Jamari fica em segundo lugar, tendo 8,6% de todas as queimadas em Rondônia.

  • Porto Velho – 90 focos
  • Candeias do Jamari – 21 focos
  • Alto Paraíso – 17 focos
  • Machadinho D’Oeste – 14 focos
  • Rio Crespo – 10 focos


Ainda foram registradas queimadas em: Buritis (7), Guajará-Mirim (7), Alta Floresta D’Oeste (6), Ariquemes (6), Campo Novo de Rondônia (6), Nova Mamoré (5), São Miguel do Guaporé (5), Seringueiras (5), Cujubim (4), Itapuã do Oeste (4), São Francisco do Guaporé (4), Cacoal (3), Chupinguaia (3), Nova União (3), Pimenta Bueno (3), Rolim de Moura (3), Vale do Paraíso (3), Alto Alegre dos Parecis (2), Ji-Paraná (2), Mirante da Serra (2), Pimenteiras do Oeste (2), Theobroma (2), Cabixi (1), Colorado do Oeste (1), Espigão D’Oeste (1), Jaru (1), Vilhena (1).

A nível nacional, Porto Velho é a quarta cidade com o maior número de queimadas nas duas primeiras semanas de julho, ficando atrás apenas de Corumba (MT), com 303 focos, Formoso do Araguaia (TO), com 163 focos, e Lagoa da Confusão (TO), com 103 focos.

Unidades de conservação e terras indígenas
O número de queimadas em unidades de conservação ambiental estaduais e federais e em terras indígenas também cresceu em comparação com o registrado no mesmo período de 2020. No ano passado, seis focos atingiram áreas de proteção. Em 2021 foram 29 focos de fogo registrados.

As áreas de conservação federais foram as mais afetadas, sendo a Floresta Nacional do Bom Futuro a que teve mais queimadas.

 

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